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Nesta quarta (26.abr), a Meta divulgou seu balanço financeiro referente ao primeiro trimestre de 2023.

DESTAQUES. A empresa faturou US$28,6 bilhões, aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o lucro desacelerou forte (-24%), batendo US$ 5,7 bilhões.

Pela primeira vez, a família de aplicativos da Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp) passou a barreira de 3 bilhões de usuários ativos diários. Para ser mais exato, 3,02 bilhões.

Aos que diziam que o Facebook estava morto e enterrado, de algum a rede moribunda da Meta ganhou 37 milhões de novos pessoas/contas ativos em relação ao primeiro trimestre de 2022.

O clone do TikTok... quer dizer, o Reels, aposta de Mark Zuckerberg para fazer frente à rede social chinesa, também é super popular. Segundo o CEO da Meta, em média, 2 bilhões de reels são compartilhados por dia.

Outra aposta que parece estar se pagando é a do algoritmo de recomendação de conteúdo. De acordo com Zuckerberg, esse conteúdo respondeu por um aumento de 24% no tempo em que as pessoas gastam no Instagram.

METAVERSO. Os rumores de que Zuckerberg teria abandonado o metaverso eram infundados. Pelo menos é o que o próprio bilionário disse na conferência com acionistas.

É preciso comprometimento mesmo, porque a divisão responsável pelo metaverso, o Reality Labs, continua queimando muito dinheiro.

No primeiro trimestre, o Reality Labs faturou US$339 milhões, menos da metade do faturado um ano antes (US$ 695 mi), e teve um prejuízo operacional de US$ 3,99 bilhões, outra piora substancial frente aos US$ 2,96 bilhões do primeiro trimestre de 2022.

Via Meta, New York Times, CNBC (todos em inglês).

Post feito em parceria com o Manual do Usuário

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