No último dia 17, a Folha publicou uma matéria sobre a viagem do Lula à COP27 no jatinho do empresário José Seripieri Filho.

A Choquei, que apoiou a candidatura do petista nas eleições deste ano, respondeu no Twitter sugerindo que o jornal fizesse uma reportagem sobre os gastos com comida no avião presidencial do Bolsonaro.

Alguns dias depois, nesta quarta-feira (24.nov), o jornal publicou a reportagem "Choquei vira fonte de notícias da internet replicando conteúdos sem checagem".

O texto fala sobre como a Choquei cresceu depois de ampliar o seu escopo — antes especializada em fofoca, a página hoje trata do noticiário completo: eleições, guerra na Ucrânia, Copa do Mundo.

Na reportagem, a Folha afirma que o estilo do perfil é "copia e cola", "sem espaço para contextualização e muitas vezes sem atribuir créditos", que "não há processo de checagem antes de as informações serem publicadas" e que, "quando erros acontecem, são raras as retratações públicas".

A Choquei respondeu, novamente no Twitter, com um print da interação do dia 17, dizendo que o jornal "sentiu".

Muitas pessoas saíram em defesa da Choquei apontando momentos da história da Folha como a publicação de uma ficha criminal falsa da Dilma, a contratação do colunista Leandro Narloch durante a pandemia da covid-19 e a relação do jornal com a ditadura militar brasileira.

A jornalista Anita Efraim fez uma ponderação interessante sobre a treta.

Mas ainda assim sentiu um pouco da fúria dos fãs da Choquei.

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