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O Estadão entrevistou Sundar Pichai, CEO do Google, junto a outros dez veículos de imprensa. O jornal aproveitou a ocasião para fazer perguntas específicas do Brasil ao líder do Google.

DESINFORMAÇÃO. Questionado sobre a desinformação que rola solta em algumas plataformas do Google, como o YouTube, Sundar respondeu que o Brasil é uma das prioridades da empresa.

“Sei que tem muitas conversas e propostas legislativas sobre desinformação ocorrendo por aí neste momento. Então, vamos investir muito no Brasil.”

Para o CEO, uma das maiores dificuldades em combater a desinformação está em defini-la. “Muitos dos problemas [no combate à desinformação] estão no fato de que as sociedades não conseguem chegar a um consenso sobre o tema”, disse.

Sundar reconheceu que o idioma é uma barreira, porque as ferramentas de inteligência artificial usadas na moderação de conteúdos em larga escala são criadas, a princípio, para o inglês, mas afirma que tem havido avanços.

TONS DE PELE. O Brasil será palco de testes do uso da escala Monk de tons de pele nos serviços do Google, novidade anunciada na Google I/O, no início de maio.

A escala Monk considera dez tons de pele, quatro a mais que a escala padrão da indústria. Com ela, espera-se que os sistemas de visão computacional sejam mais sensíveis à detecção de pessoas não-brancas e menos propensos a resultados discriminatórios.

“Há muito tempo o Brasil é importante para a gente, pois temos um grande número de usuários do País usando alguns de nossos principais produtos. Dada sua diversidade, o Brasil se torna ainda mais importante para testar e dar feedback em iniciativas como a escala de Monk”, falou Sundar.

Via Estadão.

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