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Após o fiasco do selo de verificação atrelado à assinatura do Twitter, Elon Musk tirou o time de campo para reformular a oferta.

Nesta segunda (11), o Twitter Blue, programa de assinatura da rede social, retorna.

O QUE HOUVE? Segundo informações do Twitter, a nova assinatura não difere muito da antiga — os benefícios são os mesmos, incluindo o selo de verificação.

Agora, porém, o selo só será concedido após uma análise manual conduzida pelo Twitter. Celebridades e órgãos governamentais terão selos de cores diferentes, não condicionados a pagamentos.

Outra brecha do sistema anterior deve ser sanada: quando um perfil verificado trocar o nome de exibição, @arroba ou foto, perderá temporariamente o selo até ser analisado novamente pelo Twitter.

Alguns recursos exclusivos dos assinantes pagantes não estarão disponíveis num primeiro momento:

  • Destaque em respostas, menções e resultados de pesquisas.
  • Metade dos anúncios.
  • Publicação de vídeos longos.

PREÇO MAIOR NO iOS. Após tornar públicas suas rusgas com a Apple, Musk decidiu cobrar a mais pela assinatura de quem a faz pelo iOS.

No sistema da Apple, o Twitter Blue custará US$ 11 por mês. Na web, o valor foi mantido em US$ 8.

O expediente não é novo. É prática comum aplicativos cobrarem menos quando assinados/comprados por fora, quando não têm que pagar a taxa da App Store (a mordida da maçã é de 30%).

E O BRASIL? O Twitter Blue, ao que tudo indica, seguirá restrito aos poucos países onde estava disponível antes, como Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia.

Via @Twitter/Twitter (em inglês).

Post feito em parceria com o Manual do Usuário

Twitter/XManual do Usuário
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