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A Meta está investida até o pescoço no metaverso e, cada vez mais, com inteligência artificial, mas o que traz dinheiro para casa ainda são os anúncios em redes sociais.

O QUE HOUVE? Nesta quarta (26.jul), a Meta divulgou o balanço financeiro do segundo trimestre do ano.

Foi um bom trimestre, que reverteu a tendência de queda. A Meta faturou US$ 31,999 bilhões, +11% em relação ao mesmo período de 2022 (US$ 28,822 bi), com lucro líquido de US$ 7,788 bilhões (+16%).

NÚMEROS ENORMES. De todo o faturamento da Meta, 98,4% veio da publicidade.

A sangria do Reality Labs, a divisão da empresa focada no metaverso, continua: ela deu um prejuízo de US$ 3,749 bilhões no trimestre.

E deve piorar, já que a empresa avisou os investidores que as perdas com a divisão deverão aumentar devido “aos nossos esforços contínuos de desenvolvimento de produtos em realidade aumentada/virtual e investimentos para dimensionar ainda mais nosso ecossistema”.

GENTE. Pela primeira vez, o número de pessoas ativas no Facebook (MAUs, ou seja, usuários ativos mensais) ultrapassou a barreira dos 3 bilhões, fruto de um crescimento de 7% ano a ano.

São 3,03 bilhões, para ser exato.

Juntando todos os aplicativos/redes sociais da Meta, a empresa diz ter 3,88 bilhões de usuários ativos — gente que usa pelo menos um dos apps uma vez por mês.

Toda essa gente está vendo muito anúncio: as impressões aumentaram 34% em um ano, porém o preço médio por anúncio caiu bastante, 16%.

Post feito em parceria com o Manual do Usuário

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