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Algumas pessoas estavam navegando sossegadamente no Facebook uns dias atrás quando foram impactadas por um anúncio de curso online, ministrado pelo Pedro Bial, com uma descrição surpreendente:

Isso mesmo que você leu: Pedro Bial se dizia o autor preferido de... Pedro Bial.

Foi inevitável pensar no volume de autoestima que uma pessoa precisa ter para vender seu curso assim. Sugeriram um "curso de noção" pro Pedro e lembraram do imbroglio do polígrafo (quando o entrevistador disse ao Manhattan Connection que só convidaria Lula para seu programa se pudesse usar um detector de mentiras).

E também zuaram o duplo sentido do texto:

Logo o Pedro Bial veio a público dizer "pô galera não fui eu":

O que só deixou o pessoal mais 🤔😏🤪🙃:

Parece que o feitiço virou contra o feiticeiro:

E enquanto tinha gente se perguntando por que, afinal, o Pedro Bial passou a ser considerado um grande intelectual, o próprio Pedro Bial pode ter dado pistas para essa resposta ao se explicar para a coluna da Patricia Kogut: é que ele lê muito, gente, e adora.

Ou talvez seja apenas...

PS: Caso você não se lembre, na era pré-redes sociais um texto lido por Pedro Bial para o "Fantástico" (sobre o qual ele nunca havia clamado autoria) viralizou por e-mail, em formato de vídeo ou de apresentação de power point. O texto, que na verdade é da jornalista Mary Schmich, vencedora do Pulitzer em 2012, foi erroneamente creditado não só no Brasil mas também nos EUA – e esta história incrível está nesta reportagem da Gama.

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