O melhor apelido do mascote da Copa é "tapioca homofóbica"

Ele é o rosto fofinho da violação dos direitos humanos no Catar. Mas o Fuleco, mascote da Copa de 2014, promete merendá-lo no soco #NúcleoNaCopa

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Apesar de ser muito fofolucho, com seus olhinhos suplicantes, o mascote da Copa do Mundo de 2022 não foi capaz de fazer a gente esquecer o tratamento que trabalhadores imigrantes, mulheres e pessoas LGBTQIA+ recebem no Catar.

Depois da abertura da Copa, o La'eeb ("jogador muito habilidoso", em tradução livre) ganhou muitos apelidos. Todos ótimos, mas nenhum tão bom quanto TAPIOCA HOMOFÓBICA.

Claro que a atribuição principal da tapioca homofóbica é vigiar o povo animado.

Inclusive entre os jogadores da Copa.

Mas a tapioca homofóbica também está de olho no seu consumo de bebidas alcoólicas.

Ainda bem que o Fuleco, mascote da nossa Copa em 2014, tá de olho.

Então fica esperta, tapioca homofóbica.

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