Spotify compra startup Kinzen para combater discurso de ódio em podcasts

Segundo o Spotify, tecnologias da Kinzen são ideais para conteúdos em áudio.

O Spotify comprou, por valor não divulgado, a Kinzen, uma agência de tecnologia para jornalismo baseada na Irlanda.

CONTEXTO. Desde 2020 o Spotify já era parceiro da Kinzen. A startup com sede na Irlanda tem ajudado a plataforma de streaming a detectar conteúdo danoso e discurso de ódio em podcasts.

Segundo o Spotify, as tecnologias de análise e detecção de abusos da Kinzen são ideais para conteúdo em áudio, o que motivou a aquisição. Do comunicado à imprensa:

Dada a complexidade da análise de conteúdo em áudio em centenas de idiomas e dialetos, e os desafios em avaliar com efetividade as nuances e intenções desse conteúdo, a aquisição da Kinzen ajudará o Spotify a entender melhor o cenário de abusos e a identificar ameaças emergentes na plataforma.

HISTÓRICO. O Spotify se meteu em uma grande polêmica no início de 2022, quando sua maior estrela, o norte-americano Joe Rogan, espalhou desinformação sobre a doença e questionou a eficácia das vacinas em seu podcast exclusivo da plataforma.

Artistas como os cantores Neil Young e Joni Mitchel e a escritora Brené Brown chegaram a retirar ou paralisar produções para o Spotify em protesto, o que levou a empresa a adotar uma postura parecida à da Meta/Facebook e reforçar suas políticas de comunidade.

Via Spotify (em inglês).

Post feito em parceria com o Manual do Usuário

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