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Mais de 90% dos sequestros que ocorreram no estado em 2022 foram feitos a partir de perfis falsos em aplicativos de relacionamento, tipo o Tinder, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

O alerta foi noticiado pela BBC Brasil.

O QUE HOUVE? Segundo a SSP-SP, os criminosos criam perfis falsos, por vezes usando alguém real de isca, e escolhem a vítima a dedo — “usuários que ostentam poder econômico nas redes sociais”.

Após algumas conversas, marcam um encontro em locais afastados, na suposta casa da isca. Quando a vítima chega ao local, é rendida e mantida em cativeiro. Enquanto isso, os criminosos limpam suas contas bancárias por meio de aplicativos em seu celular.

DETALHES. A Divisão Antissequestro do Dope, unidade especializada em sequestro da Polícia Civil paulista, esclareceu 94 ocorrências do tipo em 2022.

O número, porém, pode ser maior devido à subnotificação: muitas vítimas sentiriam vergonha de ter caído no golpe ou estariam tendo casos extraconjugais, por isso não fazem boletins de ocorrência.

DICAS. Existem alguns sinais e cuidados que usuários podem tomar para diminuir as chances de ser vítima desse tipo de golpe/sequestro, explica a BBC:

  • Desconfiar. Quando o contato quer migrar a conversa rapidamente para o WhatsApp e exclui o perfil no aplicativo de relacionamento logo em seguida, desconfie.
  • Encontros em lugares privados, como a suposta casa do contato, devem ser evitados. É preferível lugares públicos, com grande circulação de pessoas. Ainda assim, há casos em que o sequestro só se deu no terceiro encontro, portanto, é preciso desconfiar da somatória de indícios.

Esse tipo de golpe/sequestro é mais comum em grandes metrópoles, mas há registros em cidades menores.

Via BBC Brasil

Post feito em parceria com o Manual do Usuário

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