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A velocidade com que a indústria tem avançado na oferta de soluções de inteligência artificial me impressiona que na mesma medida que as respostas espertas, ainda que desalmadas, do ChatGPT.

Nessa semana, fomos soterrados por uma avalanche de anúncios e lançamentos.

A OpenAI colocou para jogo o GPT-4, a nova e melhorada versão da sua IA gerativa. Além de melhorias gerais, ela agora tem a capacidade de “ler” imagens — e explica até memes.

A Microsoft, que tem abastecido a OpenAI com dinheiro, anunciou o Copilot, uma aplicação do GPT-4/ChatGPT aos aplicativos do antigo Office, atual Microsoft 365 — Word, Outlook, Excel etc.

Dias antes, tivemos um vislumbre de uma solução similar no Google Workspace, a suíte de produtividade do Google.

Na área visual, o Midjourney 5 finalmente aprendeu a contar quantos dedos um ser humano médio tem na mão.

E LinkedIn. Anthopic. Duolingo. Ufa.

Desde o lançamento do ChatGPT, preocupo-me o impacto de tanto textos sendo gerado. Quem lerá tudo isso? Ou o nosso destino é usar mais IA para resumir textões criados por outras IAs?

A preocupação com mudanças monumentais na criação e transmissão do conhecimento não é nova, e ganha contornos mais fortes quando estamos à beira de revoluções, como as IAs gerativas sugerem ser.

Talvez daqui a 200 anos a ideia de escrever um e-mail sozinho, sem o auxílio de uma inteligência artificial, se torne tão maluca quanto é, hoje, a de que antigamente ninguém lia sem abrir a boca.

Discord

O Discord voltou atrás numa alteração da sua política de privacidade feita para viabilizar o uso de inteligência artificial na plataforma. [Gizmodo]

Facebook

O último resquício dos vários recursos de áudio que o Facebook lançou em 2021, na esteira do sucesso meteórico do Clubhouse, será descontinuado em 1º de abril. [@oncescuradu/Twitter]

Google

O Google Workspace, aplicativos de produtividade do Google, ganharão um assistente baseado em inteligência artificial. [Núcleo]

LinkedIn

A Microsoft (dona do LinkedIn) está usando inteligência artificial gerativa em tudo. No LinkedIn, a tecnologia vai gerar textos para currículos e vagas de emprego. [Núcleo]

Mastodon

A Automattic, empresa por trás do WordPress, adquiriu um plugin que torna sites movidos pelo WP compatíveis com o protocolo ActivityPub, o mesmo do Mastodon. [WP Taverv]

Meta

A Meta desistiu de NFTs. É mais um reflexo do “ano da eficiência” anunciado por Zuckerberg no início de 2023. [Núcleo]

A Meta está testando um sistema de autenticação por ligação perdida em substituição à senha temporária por SMS. [Meta]

Microsoft

A Microsoft anunciou o Copilot, integração do ChatGPT a seus aplicativos de produtividade, como Word e Excel. [Núcleo]

Prepare-se para mais avatares feios. Estes são da Microsoft, para o Teams, e devem chegar em maio. [The Verge]

OpenAI

A OpenAI anunciou o GPT-4, nova versão da inteligência artificial por trás do ChatGPT. As promessas são grandiosas, mas ela ainda “alucina” e pode cometer erros. [Núcleo]

Snap

O Snapchat ganhou filtros para conteúdos sensíveis em seu sistema de controle parental. [Núcleo]

TikTok

Cansou da sua aba “Para Você”? Agora o TikTok permite reiniciá-la. [Núcleo]

O TikTok ganhará um linha do tempo dedicada à ciência e tecnologia. Por ora, apenas nos EUA. [Gizmodo Brasil]

A pressão dos Estados Unidos sobre o TikTok aumentou. Um banimento no país poderá ter repercussões globais, já que as duas principais plataformas em que o app é usado, Android e iOS, são de empresas norte-americanas. [Núcleo]

Tinder

O Tinder agora permite que os usuários coloquem no perfil o tipo de relacionamento estão buscando e pronomes pessoais. [TechCrunch]

Twitter

Atenção: a partir de segunda (20.mar), a autenticação em dois fatores por SMS ficará restrita a assinantes pagantes do Twitter. [Núcleo]

O Twitter agora exibe, no aplicativo para iOS, quantas vezes um post foi salvo (“bookmarks”). [@TwitterSupport/Twitter]

YouTube

Podcasts estão, definitivamente, a caminho do YouTube. [@TeamYouTube/Twitter]

O YouTube incluiu no analytics do Studio dados de trilhas de áudio em outros idiomas. [@creatorinside/YouTube]

Outras

Lembra do Gowalla, antigo rival do Foursquare? Foi relançado no SXSW, em Austin, 14 anos depois da sua estreia… no mesmo SXSW. [TechCrunch]

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